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incrivel

Incrível, essa dor novamente  Segundos intermináveis  Não adianta chorar Ninguém virá a teu conforto  Novamente essas dores  Calafrios, calores, suor, tremores  Deveria ter falado a verdade Deveria ter pedido um abraço Deveria ter perdoado Deveria ter me desculpado  Deveria ter insistido  Deveria ter ido   Deveria ter ficado um pouco mais Deveria ter chorado  Novamente essa dor  Eu não enxergo nada  O coração queima o peito  Novamente essas dores O corpo queima por inteiro  Estão sussurrando, alguns gargalhando  O inferno é ainda pior  Eu menti de verdade  Eu abracei a saudade Eu perdoei minhas vaidades Eu desculpei o ego da minha verdade  Eu insistia no rancor  Eu iria, mais ficaria tarde  Eu ficaria, mais já é tarde  Eu choraria, mais sou covarde.

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Não tenho tempo, oq é o tempo? Sofrimento, alívio, momento? Esquecimento, tormento, teoria? Quanto custa? O quanto ainda vale? Muitos dizem e realmente alguém sabe? Quanto custa a passagem? Você ainda vai nessa viajem?  É verdade? O agora vale o mais tarde?  Dizem que é necessário ter coragem De fato! Ando meio tonto  Fui burro? Sou um imbecil? De fato! O retrato na parede me intriga.

cola

Meus olhos estão inundados  Vejo a imensidão do tormento  São sete dias  São seis dias  Disseram q só tem direito a um dia Ou então sobreviva em migalhas  6 dias não são nada O sol, a chuva, a curva  O real, o fatal, o Carnaval Capa de chuva, luva, blusa  Antônio, qual o nome da rua  Tá falando de mais De quem é a culpa  Quem foi q errou  Eu nunca erro, 6dias não são nada 
Tantos são os olhos  Facinados pela cegueira  Caminhando pela calçada Sem pretensão de nada  A pastilha de menta te acalma a garganta  Internado em cortinas empoeiradas  Cospi os tapinhas milindrosos em seus ombros  A velocidade, cor de carne  A falsidade uniforme  Sim, seus dentes doem  E lembram te, de quanto custa mastigar  Obrigado pelo cigarro  Mais no fundo ainda  A incompreensão das lacunas sociais  Do teu próprio ego sociológico É síntese de um fósforo riscado  Falhas mais uma vez como pigarro Motivo de piada, sem esforço Contas ao entorno  E esse mesmo és teu calvário  Como definir o sopro  Sabes bem do sufoco  E no findar dos embrolios  Tens medo de seres rejeitado...

lama

O q fazes aq ainda ? Pq cospe o sangue das gengivas  Suas pernas ainda gritão  A dor q te vomitado a vida  Pq ainda está vivo Se a morte já lhe rasgou as entranhas  Com os seres inlodados  Espremestes seus miolos em teu ego Ouvistes a vós do demônio Sentiste o afago da cartola  Foi ao cemitério das almas  E ainda não sabes pq respiras  Tendes ainda o ardor das pernas  E em tuas mãos por outras mãos Mais da importância de tuas mãos A cura vem como tempestade  Mais a agonia te vence  Por achar q amou E mentir q perdeu  Nunca ganhou  E o peso dos osso q carregas Q insiste em perguntar o motivo  Como isso fosse o alívio Pra padecer no inferno  E quando for de merecimento  Se um tempo for  Chorar em colo materno  Em lugar colorido  Com às mãos do alívio E as perna não mais correndo  A falta de velho q lhe amava  Dos outros q nem se quer sabe É como se sempre afundasse  E a fagulha da...