lama
O q fazes aq ainda ?
Pq cospe o sangue das gengivas
Suas pernas ainda gritão
A dor q te vomitado a vida
Pq ainda está vivo
Se a morte já lhe rasgou as entranhas
Com os seres inlodados
Espremestes seus miolos em teu ego
Ouvistes a vós do demônio
Sentiste o afago da cartola
Foi ao cemitério das almas
E ainda não sabes pq respiras
Tendes ainda o ardor das pernas
E em tuas mãos por outras mãos
Mais da importância de tuas mãos
A cura vem como tempestade
Mais a agonia te vence
Por achar q amou
E mentir q perdeu
Nunca ganhou
E o peso dos osso q carregas
Q insiste em perguntar o motivo
Como isso fosse o alívio
Pra padecer no inferno
E quando for de merecimento
Se um tempo for
Chorar em colo materno
Em lugar colorido
Com às mãos do alívio
E as perna não mais correndo
A falta de velho q lhe amava
Dos outros q nem se quer sabe
É como se sempre afundasse
E a fagulha da lágrima, em 22 anos, sopra o lembrar-se,
Anos de pavor, e nada pagaste
Os túmulos fixos nas pernas
Sim, eu sei q ainda não sabes
Errado tanto quanto falaste
Às mãos caladas
Os cachos dela te felicitao
Teu amigo te clamas
Lembra da mesa gelada
Onde davam risada
Gargalhavam as entranhas
Leiloavam te às migalhas
Choravas, imploravas e até hj não sabes o q mendigavas
A cegueira momentânea lhe mostrou quanto es sozinho assim como na mesa gelada
Onde o demônio lhe afagava
Com brasas e gargalhadas
Onde tua inocência não serviu de nada
Ainda nada te acompanha
E nas dilaceradas entranhas
Caolho, podre e odiado
Mantém se infartado
No pânico da lama
Na mesa gelada
Pq ainda estou vivo
Ou nunca nasci?
Todos os dias lembra-se de todos os afagos
Sorri com seus dentes cariados
Seus olhos separados
O nariz refugiado
A brisa do portão do cemitério
Corte minha garganta
Meu medo é da lama
E o andar das pernas ainda me acompanha.......
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